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A juventude e o botox®

Existe uma idade predeterminada para este tratamento?

Segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgias Plásticas – ISAPS, a aplicação da toxina botulínica A é o tratamento minimamente invasivo mais realizado do mundo.

O Brasil é o segundo país que mais adota a substância, com mais de um milhão de aplicações em 2015, atrás apenas dos Estados Unidos. Mas engana-se quem pensa que nesse universo de mais de um milhão de pessoas só estão pessoas acima dos 40 ou 50 anos.

Envelhecimento do corpo

O tempo para o início do envelhecimento varia muito para cada pessoa. Clinicamente, nosso corpo começa a envelhecer quando nossa taxa de formação passa a ser menor do que a taxa de destruição. Até os 25 anos, a genética é a maior responsável por todas as características de um indivíduo. Após essa fase, é o estilo de vida que mais importa. Fatores como a ação dos radicais livres, hábitos que comprometem o colágeno, exposição excessiva ao sol, uso de tabaco e outras drogas e estresse crônico são alguns dos fatores que influenciam diretamente no envelhecimento da pele e na própria saúde.

Por essas razões, cada vez mais pessoas jovens fazem uso da toxina botulínica, seja para corrigir rugas e sulcos já aparentes ou para prevenir o aparecimento das marcas. E ao contrário do que a maioria acha, essa é uma prática saudável – desde que realizada por profissionais qualificados e com o devido acompanhamento. Quanto mais cedo a toxina botulínica for administrada, melhores são os seus resultados, pois impedirão que as rugas de expressão se tornem rugas permanentes (aquelas que aparecem mesmo quando não contraímos os músculos da face).

Aplicação em peles mais jovens

Jovens que desejam fazer uso da toxina botulínica A não devem cometer exageros. O ideal é que seja mantida a naturalidade para que o tratamento não seja percebido, e a cada seis meses, em média, realizar aplicações de manutenção. Porém, o processo deve ser evitado por pacientes que apresentam algum tipo de alergia à formulação, processos inflamatórios no lugar da aplicação, grávidas e lactantes. Também não podem se submeter ao tratamento portadores de doenças neuromusculares, imunológicas e, em casos de transtornos dismórficos, pessoas que visualizam sua própria imagem distorcida e, com isso, apresentam expectativas muito diferentes da realidade e pretensões inatingíveis.

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Esta matéria foi publicada originalmente na 5ª edição da Revista Viva Harmonia, lançada em abril de 2017.

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