Os peelings são procedimentos dermatológicos indicados para pacientes que apresentam alterações na textura da pele, manchas superficiais, poros dilatados ou sinais iniciais de fotoenvelhecimento. Consistem na aplicação de substâncias químicas, físicas ou mecânicas sobre a pele, com o objetivo de promover a renovação das camadas cutâneas.
De acordo com a profundidade de atuação, os peelings podem ser classificados em superficiais, médios ou profundos, sendo essa classificação determinante para o tipo de resultado esperado e para o tempo de recuperação necessário. O procedimento pode ser realizado em consultório, sob supervisão médica, com aplicação de substâncias específicas selecionadas de acordo com o tipo de pele e a necessidade de cada paciente. Após a aplicação, ocorre um processo controlado de esfoliação, que estimula a renovação celular.
A escolha do tipo de peeling mais adequado depende da avaliação individual do tipo de pele, das condições clínicas do paciente e do resultado que se pretende buscar, sendo também um recurso utilizado como preparo da pele antes de outros procedimentos estéticos ou cirúrgicos.
* Os peelings, embora sejam procedimentos amplamente utilizados, possuem indicações específicas, contraindicações e riscos que variam conforme o tipo de pele e a profundidade da técnica escolhida. A realização do procedimento deve sempre ser precedida de avaliação médica individualizada, que levará em conta o histórico dermatológico e as características particulares de cada paciente.